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| DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA
CONCLUSÕES DO SEMINÁRIO
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O desenvolvimento sustentável está fortemente associado à necessidade de gerir com visão de futuro os recursos naturais e a qualidade ambiental, mas o seu conceito é mais amplo e compreende uma dimensão económica, social e ambiental. Neste contexto trata-se de um novo modo de olhar o desenvolvimento nas suas múltiplas facetas, constituindo-se como uma actuação transversal aos diferentes sectores de intervenção. Não é possível, nem desejável, uma associação mais estreita às estratégias ambientais, económicas ou sociais. O desenvolvimento sustentável apela, exactamente, para a imprescindibilidade de garantir uma articulação sistémica entre as mesmas, com grande tendência para a protecção ambiental aqui referida pelo Professor Dr. Cardoso Duarte e pela Dra. Maria João Martins.
Este desenvolvimento sustentado pode e deve ser base dos projectos nas freguesias.Temos que mudar mentalidades e é com base nesse princípio que a JADRC tem vindo a actuar.
Ouvimos ideias junto da população, realizamos acções de sensibilização, seminários e debates, lançamos campanhas e motivamos pessoas para este novo rumo do Sec. 21, chamado desenvolvimento sustentado.
Temos um bom exemplo aqui bem perto. Um parque empresarial que abrange as três freguesias aqui hoje representadas e que foi bastante referido durante este seminário.
Lamentamos o facto, apesar do convite, que ninguém da direcção do Coimbra I Parque tenha aproveitado esta oportunidade para apresentar aqui esse projecto no entanto contámos com o depoimento do representante da Junta de freguesia de Antanhol que acabou por fazer uma breve interpretação.
E a falar em I Parque , não poderemos deixar de falar em desenvolvimento, uma vez que ele próprio se afirma como uma possível força de desenvolvimento local e regional de afirmação da região centro no contexto nacional e internacional.
Temos por isso que ter cuidado e protegermos estas potenciais forças motrizes quando as mesmas são ameaçadas .
Discutiu-se aqui hoje a questão do centro de valorização ambiental projectado para a entrada do I Parque e como ele o irá afectar no seu crescimento.
É pública a nossa posição quanto a este assunto.
Reafirmamos a nossa posição uma vez que apesar do contributo de todos os participantes neste seminário, não foi apresentado aqui nenhuma outra opção que nos leve a pensar o contrário.
A Provedoria efectuou já o seu parecer técnico sobre o assunto e defende que deve ser feita uma Avaliação de Impacto Ambiental.
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